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Comissária Nina se apresenta para embarque

[...] A Escola Picolino aparece como uma escola da vida! Um caminho! Uma aventura! Uma profissão! Me alimentando sempre do desejo curioso dos olhos da plateia, do tilintar que tilinta a alma, das palmas das mãos, e das divertidas parcerias de trabalho nos bastidores e picadeiros, vou traçando um caminho sem muitas vezes respeitar a lei da gravidade, passeando na terra e no ar!!!! [...] Veja íntegra aqui. 

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Comissárias

Comissária Aisha se apresenta para o embarque

[...] forma que encontrei para aproximar das alturas foi com o Tecido. A primeira vez que tive contato com ele foi numa peça do meu antigo colégio, como espectadora. Foi amor a primeira vista! Os movimentos delicados, o enrolar do tecido no corpo, as quedas, a altura, tudo nele me encantou.

Fui ao circo Picolino fazer uma aula experimental e por lá fiquei. Não me imagino mais sem o circo na minha vida. Nele encontramos amizade, força, superação, liberdade, energia, dança, beleza e muito mais! [...] Leia íntegra aqui.  

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Sara Pontes

Escorpiana de 21 anos, apaixonada pelas artes, no entanto estudante de farmácia com atuação em doenças negligenciadas – a ciência é fascinante.

O meu contato com o circo se deu de forma um tanto que inesperada: o ano, 2009, era show da banda Teatro Mágico no Circo Picolino e eu tinha alguns ingressos doados de última hora em mãos. Em uma das inúmeras idas ao banheiro durante o show, eis que surge um pequenino e tímido cartaz com uma foto da nossa queridíssima professora Luana Serrat no tecido com informações acerca do curso. Na semana seguinte, optei por uma aula experimental e, a partir daí, o circo se tornou indissociável, difícil de ver (de) longe.

A turma do tecido foi se consolidando e, em 2010, ganhamos o edital Fura-Fura – Apoio às Artes Circenses no Estado da Bahia, lançado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) que apóia este projeto, o Moças Aéreas.


É de muito agrado ver a arte circense se firmando no panorama cultural do nosso estado, essa arte tão graciosa, mágica, surpreendente, imaginativa, fantasiosa, dona de sonhos e transformações. Perdoem-me as outras artes, mas a circense é de longe a minha predileta.
Nos espetáculos, plateia e artistas são involuntariamente tomados por um ébrio momento, suspensos por uma atmosfera de luz, magia, fascínio e transportados para um mundo de encantos. Como não fazer acontecer?
Todos debaixo de uma mesma lona azul, vermelha e amarela, juntos, conspirando a favor desse ou daquele número. Um bocadinho de gente compartilhando dos mesmos pensamentos, cheios de anseios, com as mãos juntas, como se a rezar para quem quer que se reze pedindo sorte. E no final acontece, elas(es) conseguiram, fizeram brotar, o mínimo que fosse, um sentimento no cantinho da platéia. Palmas, gritos e viva o circo!

Por isso, agora convido-lhes, senhores passageiros, a ocuparem o picadeiro para que possamos fazer isto juntos. Embarque imediato! 

Sara Pontes
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